Linha específica
Direitos audiovisuais
A titularidade mudou. A prática, no interior, não.
O que mudou
A legislação brasileira deslocou a titularidade dos direitos de transmissão para o clube mandante. Na prática, isso significa que um clube de divisão estadual passou a ter algo negociável que antes pertencia à entidade organizadora.
Quase ninguém no interior explorou isso, por três razões: não se sabe que se tem, não se sabe a quem vender, e não se sabe como formatar.
Quem compra
Em escala regional o comprador não é emissora aberta. É plataforma de streaming regional, canal digital de rádio, casa de apostas, cooperativa, comércio local que patrocina a transmissão, e o próprio canal do clube com receita de publicidade e assinatura.
O valor não vem do alcance bruto. Vem da exclusividade sobre um público que nenhum outro veículo alcança.
O que fazemos
- Verificação da titularidade e do que está comprometido em contratos de competição
- Desenho do pacote: o que se cede, por quanto tempo, em qual território e plataforma
- Estrutura de produção mínima viável e política de conteúdo
- Aproximação com compradores e integração ao inventário de patrocínio