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Atleta e mídia própria
O atleta hoje é um canal. Os contratos ainda tratam como se fosse apenas uma imagem.
O problema
Um atleta com audiência própria carrega três tensões que quase nenhum contrato regional resolve:
O que ele publica pode conflitar com a exclusividade contratada pelo patrocinador do clube. Ninguém combinou até onde a exclusividade alcança a conta pessoal.
O conteúdo pago precisa ser identificado como publicidade. Publicação patrocinada sem essa identificação é irregular, e a responsabilidade não fica só com o atleta.
Quando o atleta é menor de idade, todo o arranjo muda. Exposição de criança e adolescente em conteúdo comercial tem regime próprio e a base de um clube é feita de menores.
O que fazemos
Organizamos a operação: o que é do clube, o que é do atleta, o que é compartilhado, o que precisa de identificação, o que não pode ser publicado. Definimos também o protocolo para o momento em que algo dá errado.
Cláusula de moralidade e protocolo de crise
Um episódio de conduta pode encerrar um patrocínio da noite para o dia — em qualquer das pontas. Sem critério prévio, a saída vira litígio.
Desenhamos o critério: quais condutas acionam consequência, qual a gradação entre suspender ativação, reter parcela e rescindir, de quem é o ônus de apurar, qual o prazo para correção e o que acontece com o material já produzido e em circulação.
Serve aos dois lados. A marca se protege do episódio; o atleta e o clube se protegem da rescisão arbitrária.
O que você recebe
- Mapa de direitos e conflitos entre clube, atleta e patrocinadores
- Política de conteúdo e identificação de publicidade
- Protocolo específico para atleta menor de idade
- Critérios de conduta e protocolo de crise reputacional